Riscos e incerteza
Ambiguidade na implementação do projeto
As espécies indicadoras são consideradas, por sua própria natureza, não permanentes. E reconhecemos que estamos trabalhando em um sistema complexo e caótico. Assim, sob a metodologia ISBM, os créditos são emitidos com base apenas nos resultados alcançados, e o vazamento (se relevante) é implementado no nível do programa (Áreas do projeto e Plano de monitoramento).
No entanto, o PMP deve incluir uma avaliação pragmática do risco e das fontes de incerteza nas métricas do projeto. É recomendado reconhecer pelo menos as seguintes fontes de incerteza:
Incerteza no processo de cálculo: Probabilidade de cometer erros na entrada de dados, no cálculo ou na interpretação dos resultados.
Incerteza na implementação: A execução do projeto sempre envolve algum risco em termos da capacidade da equipe de levar o programa adiante. Os projetos podem encontrar obstáculos inesperados, problemas de pessoal ou outros tipos de problemas de gestão do projeto.
Incerteza do dispositivo técnico de monitoramento: quão precisos são os métodos escolhidos e que erro eles produzem?
Incerteza da ciência da biodiversidade: A ciência da biodiversidade é um campo em evolução, e os projetos muitas vezes dependem de fontes externas e de ciência incompleta para a seleção de espécie indicadora, a classificação do ecossistema e a capacidade das espécies de representar o ecossistema.
Riscos em distúrbios naturais (por exemplo, incêndios florestais, furacões, terremotos, erupções vulcânicas, enchentes e secas)
Riscos de eventos causados por seres humanos (por exemplo, incêndios, atos de terrorismo e guerra).
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